Dai-me lua teu solo sagrado por homem jamais pisado Não Não acredito até hoje Não és chão Jamais foi É a face alva daquela Que jamais foi tocada Não Não acredito até hoje
com a face lavada canto pra lua; com olhos pra dentro crio caminhos; com as mãos te ofereço a luz e teço o manto de brilho que te traz aqui; brincando no ar reverencio a boa nova, abraçada ao pequeno mundo eu vejo as estrelas, meu corpo todo é, eu toda sou o que eu sou. e te garanto que há muito mais além do que se vive e tudo é cor real, sensorial e palpável.
criança, apenas acredite: mova-se na tua fé, na unicidade. crie tua rede assim: estenda teu braço direito até alcançar um outro corpo luz e cante, co-crie. é a força que liga. é uma experiência sublime. verás que até o mais rígido se desmancha em catarse ao se ver por dentro.
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3 comentários:
Volta-e-meia estou lá no Homonólogo. Leio. Respiro. Sorvo. Aí, queria falar...mas não tem como, né?
Pois eis que vim fazer isso aqui...rsrs
Dizer que gosto muito, muito, do que leio sempre por lá.
Que seja assim aqui também...
Beijos!
Dai-me lua
teu solo sagrado
por homem jamais pisado
Não
Não acredito até hoje
Não és chão
Jamais foi
É a face alva
daquela
Que jamais foi tocada
Não
Não acredito até hoje
Por onde andas, moça?
Beijos, Moni.
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